Meninas puro luxo! Chiquerrérrimo! Podem usar e abusar, vocês ficaram lindas, maravilhosas, poderosas e com uma cinturinha de dar urticária em quem não aderir.
Conheça um pouco mais sobre essa peça indispensávelem nossos armários, são diversos modelos e com diversas formas de se usar, vem comigo!
O ciclo da moda funciona com ondas que podem variar entre rápidas e fulminantes, que tomam conta das vitrines e das ruas e terminam logo, ou então aquelas que vêm devagar e vão convencendo aos poucos até atingir um público mais amplo. Este é o caso do corset, que vem chegando através de um grupo específico de iniciados e já começa a tomar as páginas das revistas e os programas de tevê.
Hoje, o corset é uma peça de moda que já tem vários adeptos como Fernanda Young, que apresenta seu programa de entrevistas sempre portando um modelo diferente ou Marília Gabriela também usa essa peça de roupa.
História dessa peça:
Os corsets têm como finalidade principal a criação de uma silhueta que acentue a diferença de medidas entre os seios e quadris e a cintura, a famosa forma ampulheta, considerada a silhueta feminina mais sedutora. Curiosamente já foi usada por crianças, meninos e meninas, para melhorar a postura, pelos dândis do século 19 e é também valorizada em alguns circuitos por homens que também desejam afinar a cintura.
A palavra corset tem origem francesa e deriva da palavra “corp”, corpo. Não se sabe com precisão quando a peça surgiu, mas os antigos gregos já portavam um certo tipo de corset. Seu uso foi difundido nos séculos 15 e 16 como podemos constatar em pinturas do Renascimento. Rígidos e incômodos, eram confeccionados em ferro e madeira, até que os ossos de baleia substituíram esses materiais, proporcionando mais flexibilidade.
No final do século 17, os corsets se tornaram mais elaborados e eram usados por baixo da roupa, para tornar a cintura bem fina e marcada, criando um contraste evidente com as saias extremamente volumosas. Com a Revolução Francesa e a ascensão de Napoleão Bonaparte, a mentalidade da época mudou e as formas antinaturais não eram mais desejáveis. Houve uma grande alteração da silhueta, que passa a ser afunilada sob o busto, criando a forma Império.
Houve então um período de decadência do uso da peça, que durou até meados do século 19, quando o corset incorporou a função “disciplinadora”, organizando a postura e educando as moças de sociedade para os “bons modos”. No início do século 20 o estilista Paul Poiret decretou o fim da era do espartilho, criando a silhueta casulo, que causou furor entre as modernas da sociedade, entre elas, a artista Tarsila do Amaral, que era cliente do estilista.
É verdade que a essa altura também os médicos começavam a discutir os males causados aos órgãos internos pela utilização indiscriminada da peça e os movimentos de libertação feminina passaram a discutir os direitos da mulher, tornando o corset bem mais que uma simples lingerie, mas também um símbolo de opressão. Isadora Duncan, com sua dança libertária, e Coco Chanel, com sua imagem de mulher independente, também fazem parte desse movimento em direção a uma nova silhueta que simboliza os novos tempos.
O corset, então fora de moda, passa a fazer parte do universo da fantasia sexual e das práticas sadomasoquistas. A cintura marcada só voltou à moda com Dior, que relança a imagem da mulher ampulheta com o New Look em 1947. Os anos 60 trazem de volta a forma “tubinho”, até que, em meados de 1970, Vivienne Westwood traz à tona a moda fetichista em sua loja Sex, em Londres, incorporando o corset e suas variações ao repertório que vai ser identificado com o estilo punk.
Jean-Paul Gaultier, estilista que também se apropria de referências da moda de rua e do fetiche, em meados dos anos 80 criou uma das imagens mais marcantes da cantora Madonna: um espartilho de espetaculares soutiens cônicos. Também Thierry Mugler e Alexander Mc Queen, vez ou outra, flertam com a peça fetichista. Na década de 90, foi Tom Ford que assustou os críticos lançando uma coleção da Gucci em que a peça principal era um corset de formas geométricas bem restritivas.
A forma mais radical do uso do corset é o tight lacing prática de modificação corporal que se tornou popular no final do século 18. Hoje em dia essa prática volta à moda, mas com materiais maleáveis e com mais conhecimento científico, que, os adeptos garantem, evitam causar mal à saúde. A prática, no entanto deve ser sempre monitorada por médicos.
Mundo moderno
O corset hoje está se popularizando. Não só ele e as práticas de tight lacing, mas também as formas mais suaves de corselet. Decorados, estampados, com fivelas ou laços, existem várias opções no mercado. Os especialistas garantem que veste desde as magrinhas até as mais rechonchudas. Corset ou corselet? As fontes divergem, mas Leandra Rios, estilista especializada em espartilhos e dona da marca Madame Sher, garante: “O corset é uma peça que dá real suporte à coluna e seios e modifica o formato da cintura, dramatizando sua curva. O corselet é uma peça que tem um formato similar ao corset, porém não tem o poder de modificar o formato do corpo. O corselet geralmente tem painéis menos numerosos (ou seja, menos recortes) e estrutura mais leve, é uma boa opção para as mulheres que não querem se apertar”.
Existem três tipos básicos de corsets, segundo Mani Wailemann, nossa fotógrafa e adepta do uso há seis anos: o cincher, que só aperta na altura da cintura e fica bem para as moças que têm um corpo equilibrado, sem muitas gordurinhas. É usado sobre a roupa e pode ser vestido com camisa ou camiseta. A peça é a mais leve e também a mais econômica. O underbust é usado sob os seios. Ajuda a levantar os busto, mas seu foco principal é a cintura. Funciona bem para as mulheres que têm mais barriga ou que querem levantar o peito e devem ser usados com camisa, top ou vestido por baixo. O overbust cobre os seios e existe em diversos modelos, podendo alterar a forma natural ou enfatizá-la.
Esses três modelos são interessantes e podem servir para diferentes ocasiões ou então só para variar, já que quem começa garante que vira uma mania. O estilista Mario Hag é especialista em artefatos de couro e adora os corsets. Segundo ele, já se tornou uma peça atemporal, que sempre tem adeptos. Quando está produzindo um modelo procura soluções de fechamentos bonitos e diferenciados, capricha nos detalhes de recortes, bordados e rendados de couro e gosta de misturar materiais.
E aí?! Vamos afinar a cinturinha e ficar insuportávelmente SEXY!
Bjinhos e até +



05 de Fevereiro de 2010
Consulene 
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Adriana
Ola debora tudo bem?
Eu sou Valdir de Palhoça (SC) estou em sampa agora.
Minha irmã quer comprar corselet
Vc vende?
Vc fabrica?
Se não fabrica onde tem uma fabrica ou costureira que faz?
Vc pode me dizer?
Um forte abraço
Qualquer coisa me acesse tbem o meu facebook.com/ledterapia O meu ramo é totalmente diferente.